quinta-feira, 25 de junho de 2015

Palavras choque de um caminhão inexistente...

A minha consciência é um monstro que dorme tranquila em sonhos revoltosos...

Eu vislumbro as artes num campo de necessidades e representações...

o sexo é a vitória sobe a mesmice...

Gestos de loucura, a sabedoria me ensina com tal simplicidade, que a ideia de Deus parece um aceno sobre o caos da minha razão...

A física é toda beleza que temos hoje... e ela é eterna nos seus gestos...

Alguém me vigia em segredos de prazer, seus gestos somem no desejo... 
quero a fuga e a captura vem me abraçar.

Uma lagarta multicolor enfeita minha leitura do mundo com um gesto agridoce, palavras que acenam para vida... quero sorrir depois de chorar.

A capa de hoje é de antigos jornais, as notícias depois de expostas, dormem nos arquivos esperando cenas de tramas futuras...

Preciso estudar enquanto não sei sobre o que penso saber...

A fome era tanta que eles devoravam-se...

Para-si, para-si, gritava sua consciência...

Tudo existe e você é uma sombra ausente... 
tudo segue em ser impermanente...

Insano e leviano é o coração...

Arrisque-se... é sua vida.

Se zé limeira fosse ateu chovia no nordeste só de castigo...

Zé limeira cavalga na minha desrazão poética... 
e seu lenço vermelho é uma bandeira da sua poesia.

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